Post especial de Missunderstandings!
Quando uma frase inocente passa pelo processo de audição para chegar ao ouvinte ou sem sentido, ou com um sentido deveras diferente:
Comecamos pelas mais clássicas:
Selenia diz: “Não gosto de andar quando estou com frio.”
António percebe: Não gosto de andar quando estou com o cio.”
Ludgero diz: “Abomino-te.”
Selenia percebe: “Domino-te.”
E continua-se..
Selenia diz: “Estas antenas servem para quê? Rádio?”
Frodo responde: “Nem, só... presumo.”
Selenia percebe: “Nem só...presunto.”
Carlos diz: “Eu acredito muito no destino.”
Selenia percebe: “Eu acredito muito no intestino.”
Rita diz: “Vou primeiro à casa de banho.”
Selenia percebe: “Vou comer à casa de banho.”
Carlos diz: “A partir de amanhã, vou ser pandeireta!”
Jo percebe: “A partir de amanhã, vou ser paneleiro!”
Tiago diz: “Vacina do tétano.”
Bruno (olhando para cima) : “Piscinas no tecto?”
Carlos diz: “Não gosto de birras.”
Ludgero percebe: “Não gosto de virgens.”
Bruno diz: “Dei uma joelhada no aquecedor.”
Selenia percebe: “Dei-te uma cacetada com o aquecedor.”
E agora um rol de pessoas que respondem a tudo (se repararem, o Carlos é o campeão disso):
Jo diz: “Estúpida...”
Carlos (Vira-se): “ Eu?”
Selenia diz: “Isto é estúpido!”
Jo (Vira-se): "Chamaste-me?”
Jo diz: “Oh, que m*rda...”
Carlos: “Chamaram-me?”
Prof: “Carla?”
Carlos: *Levanta a mão* (por várias vezes....)
Ludgero para a Jo: “Agora já sei onde escondes as cábulas.”
Carlos (Vira-se): “Alguém me chamou?”
Mãe do Ludgero: “...aquela mula--”
Ludgero: “Eu?”
Labels: biologia, universidade

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